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"Rosas em um vasilhame"  (1883), releitura de Henri Fantin-Latour

"Rosas em um vasilhame" (1883), releitura de Henri Fantin-Latour

R$ 2.210,00

História e detalhes

AVISO SOBRE O ENVIO: esta obra foi selecionada para participar da exposição “Circuito Contemporâneo” na Galeria Caribé, do dia 17 a 27 de setembro de 2026, em São Paulo. Ela continua disponível para compra, mas SERÁ ENVIADA APÓS DIA 1 DE OUTUBRO. Desconsidere o prazo automático calculado no checkout.

"Penso muito sobre o arranjo [dos elementos], mas com o objetivo de fazê-lo parecer uma disposição natural de objetos aleatórios. Essa é uma ideia que venho elaborando e amadurecendo muito: dar a impressão de uma total ausência de esforço artístico."  – Fantin-Latour

O francês Fantin-Latour imortalizou-se através de suas naturezas-mortas. Até hoje, a composição dos elementos e sua maneira de pintar texturas fazem de suas obras um colírio. Era contemporâneo dos impressionistas e inclusive os conhecia pessoalmente, mas, em vez de aderir às pinceladas soltas, manteve o detalhe e a definição como parte de seu estilo pessoal.

Mesmo na contramão das novas tendências de sua época, não podemos chamá-lo honestamente de antiquado – a escolha da natureza-morta como assunto principal representava em si algum grau de ruptura. Desde o século XVII, a Academia de Belas-Artes considerava esse tipo de pintura um gênero “menor", inferior a temas literários, religiosos ou históricos (que supostamente conferiam nobreza e valor à obra). Fantin-Latour foi moderno ao pintar cenas com o simples objetivo de agradar aos olhos, sem precisar recorrer a grandes narrativas. E ele estava certo: a adesão do público validou sua posição.

“Rosas em um vasilhame" retrata flores em creme, vermelho e rosa antigo, delicadamente dispostas sobre um recipiente raso. O fundo mistura uma série de tons análogos – siena natural, siena queimada, sombra, sépia – para atingir um efeito texturizado belíssimo. Uma cena simples que, decerto, traz duas coisas que nos são muito caras hoje: paz e tranquilidade.

Sobre a obra

• Materiais: aquarela e guache russas; saquinho de chá alemão para ervas a granel
• Tamanho da pintura: 7,5 x 10,5 cm
• Tamanho final com moldura: 18 x 22 cm
• Passe-partout ou fundo: algodão cru
• Acompanha certificado de autenticidade assinado por Clara Barros
• Peça única (1/1)

Sobre a moldura

• Apelidada carinhosamente de moldura Romana, esta peça imponente é um garimpo exclusivo do ateliê Pandã. Antiga e italiana, faz parte de uma série adquirida diretamente junto à família que a trouxe de Roma ao Brasil na década de 80. Na época, somavam quase duas mil unidades, das quais hoje restam apenas algumas dezenas — mas muitíssimo bem-preservadas. A estrutura desta moldura é robusta, de madeira; os ornamentos são feitos em gesso e folheados a ouro. Uma relíquia.
• Observações: Como qualquer peça antiga, a moldura pode apresentar sinais da passagem do tempo, como pequenas manchinhas, craquelados ou pátina. Essas marcas não constituem defeitos e, no entendimento do ateliê Pandã, embelezam e enobrecem a peça.

Pagamento e envio
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