"Ponte japonesa e a lagoa das ninfeias em Giverny" (1899), releitura de Claude Monet
História e detalhes
AVISO SOBRE O ENVIO: esta obra foi selecionada para participar da exposição “Circuito Contemporâneo” na Galeria Caribé, do dia 17 a 27 de setembro de 2026, em São Paulo. Ela continua disponível para compra, mas SERÁ ENVIADA APÓS DIA 1 DE OUTUBRO. Desconsidere o prazo automático calculado no checkout.
Não é à toa que, ao ouvir o nome "Monet", a grande maioria das pessoas pense em cenas botânicas: sua série Ninfeias inclui nada menos que 250 obras. Monet era completamente obcecado por plantas!
"Todo o meu dinheiro vai para o meu jardim", dizia. Mas também: "Estou em êxtase."
Após cultivar uma área de um hectare em sua casa em Giverny, decidiu comprar a propriedade ao lado para construir o hoje famoso Jardim Aquático. Obteve apoio da prefeitura para inundar a terra com o riacho Ru, um afluente do rio Sena, transformando-o numa lagoa. A ponte, de influência japonesa, foi originalmente feita por um artesão local.
Monet preencheu o espaço com glicínias, salgueiros-chorões, um bosque de bambus e, claro, as famosas ninfeias. Nos últimos anos do artista, esses jardins se tornaram seu único tema.
A obra específica escolhida para esta releitura data de 1889 e hoje está nos EUA, no Philadelphia Museum of Art. Aqui, os tons de verde e azul, normalmente frios, estão especialmente belos e vibrantes, iluminados pelo calor do sol. As pinceladas alongadas dos juncos contrastam com os pequenos pontinhos de cor das ninfeias, cuja parte inferior era vermelho-escura – daí as nuances de castanho avermelhado na água.
Conseguir transmitir um fascínio pessoal a outras pessoas é a grande magia das obras de Monet. É impossível observar Ponte Japonesa e não sentir, em alguma medida, o maravilhamento do próprio artista.
Sobre a obra
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