"O farol Bell Rock" (1819), releitura de William Turner
História e detalhes
AVISO SOBRE O ENVIO: esta obra foi selecionada para participar da exposição “Circuito Contemporâneo” na Galeria Caribé, do dia 17 a 27 de setembro de 2026, em São Paulo. Ela continua disponível para compra, mas SERÁ ENVIADA APÓS DIA 1 DE OUTUBRO. Desconsidere o prazo automático calculado no checkout.
Não há adjetivo que descreva o trabalho de William Turner tão bem quanto sublime.
Ícone das cenas atmosféricas e obcecado pelo poder da natureza, Turner é considerado por muitos o maior pintor de paisagens do século XIX. Foi um artista prolífico e inovador em suas técnicas, sobretudo na aquarela e no óleo.
"O farol Bell Rock" expressa bem um de seus focos: captar a dramaticidade do mar e do céu. Feita originalmente em giz sobre papel (e, agora, recriada pelo ateliê Pandã em aquarela sobre um saquinho de chá), a obra traduz a força das ondas que se quebram contra o farol Bell Rock.
Bell Rock é o farol em mar aberto mais antigo do mundo ainda em funcionamento!
Ele fica a 18 quilômetros da costa escocesa, e sua construção em 1810 foi de uma engenharia excepcional, não tendo necessitado de praticamente nenhum reparo estrutural em mais de 200 anos. O farol ergue-se, em granito, sobre um recife totalmente submerso, e continua em pé apesar da violência das águas.
Sua estrutura robusta ainda cumpre a tarefa para a qual foi criada: oferecer uma referência segura às embarcações que atravessam a região do Mar do Norte.
Em tons de branco, violeta e ultramar, esta obra fala de solidez e estabilidade. É uma ode, com toda a poesia característica de Turner, ao que a humanidade é capaz de fazer In Salutem Omnium – para a segurança de todos.
Sobre a obra
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